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Dinheiro

Como começar a investir: guia para principiantes

Um guia prático sobre objetivos, horizonte temporal, riscos, instrumentos de investimento, diversificação, custos e prevenção de fraude.

Por TopicWeekPublicado em 13 min de leitura

Uma pessoa segura um livro intitulado Fundamentals of Financial Planning.
Neste artigo

Compreender antes de escolher um produto

Se, depois de pagar as despesas do mês, ainda lhe restar algum dinheiro, poderá perguntar-se se deve poupá-lo ou investi-lo. Não há uma resposta que sirva a todas as pessoas. Investir significa aplicar dinheiro num ativo ou instrumento com a expectativa de obter um resultado futuro, aceitando que o seu valor pode oscilar e que poderá perder uma parte ou mesmo a totalidade do montante investido. Antes de escolher um produto, pense na finalidade desse dinheiro, em quando poderá precisar dele e nos riscos que consegue suportar.

Investir não é um atalho para enriquecer nem proporciona uma rentabilidade fixa. O resultado pode resultar de uma variação do preço, de rendimentos como juros ou dividendos, ou de ambos; também pode ser negativo. A SEC dos Estados Unidos explica estes conceitos no Investor.gov. Os seus conteúdos educativos são úteis para compreender noções gerais, mas as contas, os exemplos fiscais e as referências aos mercados norte-americanos não são universais. Este guia não transforma estimativas históricas sobre ações dos EUA numa expectativa de rentabilidade válida em todo o mundo.

A poupança e o investimento respondem a necessidades diferentes

Poupar significa, em geral, reservar dinheiro para despesas previstas, compras a curto prazo ou imprevistos, tendo em conta a facilidade de acesso. Uma conta poupança também tem condições, está exposta à inflação e ao risco cambial e pode beneficiar de proteções que dependem do país e da instituição; nem todas as contas têm as mesmas garantias. Os investimentos oscilam e poderá ter de vender com prejuízo ou suportar custos para aceder ao dinheiro. A liquidez também varia: alguns ativos podem ser vendidos facilmente, enquanto outros podem exigir tempo, estar sujeitos a restrições ou implicar custos de saída.

O dinheiro de que venha a precisar em breve para habitação, alimentação, saúde, impostos ou outra despesa conhecida poderá não ser adequado para um ativo cujo valor pode ter descido quando precisar de o vender. Isto não significa que todas as pessoas com dívidas devam evitar investir. Compare os custos e as condições contratuais da dívida com uma rentabilidade de investimento incerta, tendo também em conta o acesso a liquidez, a estabilidade dos rendimentos e a sua situação pessoal. Um orçamento pessoal e um plano para um fundo de emergência podem ajudar a avaliar se algum montante poderá permanecer investido sem pôr em risco as despesas essenciais.

Definir um objetivo e um horizonte temporal

Identifique a finalidade de cada montante e uma data aproximada: uma despesa próxima, um projeto daqui a alguns anos ou um objetivo mais distante. O horizonte temporal é o período até à altura em que prevê precisar do dinheiro. Um prazo mais longo poderá dar-lhe tempo para atravessar algumas oscilações, mas não garante uma recuperação nem um ganho. Se precisar do dinheiro numa data específica, uma descida do mercado poderá obrigá-lo a vender num momento desfavorável.

A liquidez descreve a facilidade com que um ativo pode ser convertido em dinheiro disponível e as condições dessa conversão. Um ativo líquido também pode perder valor: liquidez não significa segurança. Antes de investir, informe-se sobre o tempo necessário para a venda e a liquidação, eventuais períodos de imobilização, limites a levantamentos, custos de saída e horários do mercado em causa. As regras e proteções aplicáveis a contas e instrumentos variam consoante a jurisdição.

Uma mão assinala num caderno um gráfico de planeamento desenhado à mão.
Gráfico de planeamento empresarial desenhado num caderno; é uma cena ilustrativa, não representa a rentabilidade de um investimento. Foto: Mikael Blomkvist / fotografia no Pexels / licença do Pexels; recortada, redimensionada e convertida para WebP.

Distinguir a tolerância ao risco da capacidade para suportar perdas

A tolerância ao risco é a sua disposição emocional para aceitar a incerteza e as oscilações de valor. A capacidade para suportar perdas é a possibilidade financeira de as absorver sem comprometer necessidades essenciais, obrigações ou objetivos. São aspetos diferentes: uma pessoa poderá sentir-se confortável com grandes oscilações de preços, mas precisar do dinheiro já no próximo ano; outra poderá ter um horizonte longo, mas pouca margem financeira para suportar uma perda.

Os riscos podem incluir variações do mercado, incumprimento de um emitente, liquidez limitada, concentração, inflação e movimentos cambiais. As taxas de juro e as condições do produto também são relevantes. Uma menor volatilidade não significa risco nulo: um saldo nominal estável poderá perder poder de compra, e uma promessa contratual depende da solvabilidade do emitente e das condições acordadas.

Ações: uma participação numa empresa

Uma ação representa uma participação no capital de uma empresa. O seu preço pode ser influenciado pelos resultados da empresa, pelas expectativas, pelas condições económicas e pelas decisões de outros participantes no mercado. Algumas empresas distribuem dividendos, mas podem reduzi-los, suspendê-los ou não os pagar. Vender por um preço inferior ao de compra implica uma perda; em casos extremos, uma empresa pode falir e as suas ações perder quase todo o valor. Ser acionista não significa controlar a empresa, nem garante que os resultados passados se repitam.

Uma carteira concentrada numa única empresa depende especialmente da evolução dessa empresa.

Obrigações: emprestar dinheiro a um emitente

Uma obrigação é, em geral, um instrumento de dívida: um emitente obtém financiamento e as condições do instrumento poderão prever o pagamento de juros e a restituição do capital, muitas vezes numa data de vencimento definida. O emitente poderá ser uma empresa, um governo ou outra entidade. A sua capacidade para pagar é relevante: poderá entrar em incumprimento. O preço de uma obrigação negociada num mercado também poderá variar antes do vencimento. Em termos gerais, quando as taxas de juro do mercado sobem, as obrigações existentes com pagamentos mais baixos poderão tornar-se menos atrativas e perder valor; o efeito depende do prazo, do cupão, do risco de crédito, da moeda e das condições.

Manter uma obrigação até ao vencimento não elimina os riscos de incumprimento, inflação, câmbio ou reinvestimento. Um fundo de obrigações não é equivalente a uma obrigação individual com uma data de vencimento fixa. Uma obrigação não deve ser considerada «segura» apenas por prever pagamentos definidos.

Fundos, fundos de índice e ETF

Um fundo reúne dinheiro de vários investidores e detém uma carteira de acordo com regras definidas. Poderá investir em ações, obrigações ou outros ativos. Alguns fundos selecionam ativamente os investimentos; outros procuram acompanhar um índice ou seguem outra estratégia. Um fundo de índice procura replicar um indicador definido, mas os métodos variam e o fundo poderá não reproduzir perfeitamente todas as posições que o compõem.

Um fundo negociado em bolsa (ETF) é uma estrutura de fundo cujas unidades são negociadas numa bolsa. Não é uma classe de ativos distinta: um ETF poderá proporcionar exposição a ações, obrigações ou outros ativos e ser gerido de forma ativa ou passiva. Alguns ETF oferecem uma exposição ampla; outros concentram-se num país, setor, tema ou estratégia. Os preços oscilam e poderão negociar acima ou abaixo do valor líquido dos ativos (NAV, na sigla inglesa); podem aplicar-se diferenciais entre preços de compra e venda e comissões. Verifique os ativos detidos, o funcionamento e os custos: a designação «fundo» ou «ETF» não prova que exista diversificação nem que o risco seja baixo. O boletim da SEC sobre ETF descreve características e riscos no contexto dos Estados Unidos.

Sala histórica de negociação da Bolsa de Chicago reconstruída no Art Institute of Chicago.
Sala histórica de negociação da Bolsa de Chicago, reconstruída no Art Institute of Chicago; é apresentada como contexto histórico, não como mercado atual nem fonte de dados. Foto: Christian Collins / ficheiro Wikimedia Commons / CC BY-SA 2.0; recortada, redimensionada e convertida para WebP. Esta adaptação é partilhada ao abrigo da CC BY-SA 2.0.

Diversificação e alocação de ativos

Diversificar significa repartir a exposição por investimentos, emitentes, setores ou regiões, para que o resultado não dependa inteiramente de uma única posição. Poderá reduzir alguns riscos de concentração, embora vários investimentos possam descer ao mesmo tempo. Deter muitos instrumentos não basta se incluírem ativos semelhantes ou reagirem aos mesmos fatores.

A alocação de ativos é a distribuição global por tipos de ativos, por exemplo ações, obrigações e numerário. Depende dos objetivos, do horizonte temporal, da tolerância ao risco, da capacidade para suportar perdas e das características efetivas dos instrumentos. Reequilibrar significa rever a composição e, se for adequado, aproximá-la novamente de uma alocação escolhida; isso poderá envolver transações, custos ou consequências fiscais locais. A SEC assinala que os fundos e ETF nem sempre são diversificados, sobretudo quando se concentram num segmento: alocação de ativos e diversificação. A diversificação não garante ganhos nem impede perdas generalizadas nos mercados.

Comissões, impostos e o montante que fica disponível

Os custos totais poderão incluir comissões de compra ou venda, gestão, custódia, manutenção de conta, conversão cambial, diferenciais entre preços de compra e venda e custos de saída. Os produtos e prestadores são diferentes. Confirme se um encargo é pontual ou recorrente, quando é cobrado e sobre que montante incide. Um custo recorrente reduz o montante que continua investido e poderá também diminuir o crescimento posterior. A SEC explica por que motivo os investidores devem compreender as comissões, mas os produtos e exemplos referidos são específicos dos EUA.

Os impostos dependem da residência, do tipo de conta, do instrumento, das operações e da legislação em vigor. Não confunda uma rentabilidade bruta com o montante disponível depois de comissões e impostos. Antes de agir, consulte a informação fiscal oficial da sua jurisdição ou procure aconselhamento local qualificado.

Mãos analisam um formulário impresso com uma calculadora, pastas e um computador portátil.
Uma pessoa analisa documentos impressos com uma calculadora; são ilustrativos e não descrevem qualquer produto de investimento. Foto: Mikhail Nilov / fotografia no Pexels / licença do Pexels; recortada, redimensionada e convertida para WebP.

Verificar o intermediário e compreender o produto

Procure a denominação legal exata do prestador no registo oficial da autoridade competente no local onde o serviço é oferecido. Confirme que a autorização abrange o serviço em causa e que os dados de contacto coincidem; os burlões podem copiar o nome ou o sítio eletrónico de uma empresa autorizada. Verifique onde os ativos são guardados, as condições para levantamentos, os procedimentos de reclamação e as proteções eventualmente aplicáveis se a empresa se tornar insolvente. A autorização não promete que um investimento valorize nem cobre perdas de mercado. Os sistemas de compensação, quando existem, cobrem eventos específicos definidos pela legislação local.

Na UE e no EEE, a ESMA encaminha os investidores para os registos das autoridades nacionais e explica o alcance da autorização: ESMA, a empresa está autorizada?. Em Espanha, a CNMV recomenda definir objetivos, compreender os riscos e consultar os seus registos: como tomar decisões de investimento. No Reino Unido, a FCA disponibiliza o Firm Checker e informação sobre burlas. São exemplos próprios de determinadas jurisdições, não uma regra mundial única. Leia a informação oficial do produto sobre ativos, objetivos, riscos, custos, liquidez, moeda e condições de saída. Documentos como o KID europeu existem ao abrigo de regras específicas; noutros países são usados documentos e designações diferentes.

Um processo ponderado antes de transmitir uma ordem

Uma primeira decisão poderá seguir uma sequência sem se tornar numa recomendação de compra: definir o objetivo e a data provável em que o dinheiro será necessário; determinar que montante poderá permanecer investido sem pôr em risco as necessidades essenciais; estudar o instrumento e as formas como poderá perder valor; comparar custos, moeda, liquidez e impostos locais relevantes; verificar o intermediário num registo oficial; ler a documentação do produto e compreender como uma ordem é introduzida, executada e liquidada. Se algum termo não for claro, faça uma pausa. Não tem de investir nem de agir por causa de uma oferta com prazo limitado.

Reveja um investimento se a sua situação financeira, o objetivo ou o produto mudar. Rever não significa reagir a cada oscilação diária do preço. Uma estratégia poderá deixar de ser adequada se as necessidades, o horizonte, os custos ou os riscos mudarem; a razão inicial para deter um ativo também poderá deixar de se aplicar.

Reforços periódicos e um exemplo matemático

Algumas pessoas fazem reforços regulares numa carteira de investimentos para ajustar o montante investido aos seus rendimentos. Isto pode ajudar a planear os fluxos de caixa, mas cada reforço continua exposto aos riscos do ativo e poderá implicar custos de transação. Não garante um preço médio melhor, um ganho ou proteção contra descidas. Poupar regularmente e investir regularmente são coisas diferentes: no segundo caso, o dinheiro fica exposto ao risco de investimento.

Modelo puramente hipotético: 1.000 unidades iniciais e, depois, 100 no final de cada mês durante 120 meses; hipótese de rentabilidade nominal anual constante de 5%, aplicada no modelo como 0,05/12 em cada mês e capitalizada mensalmente; sem levantamentos, comissões, impostos ou inflação. Fórmula: FV = P(1+i)^n + C[((1+i)^n−1)/i], com P=1.000, C=100, i=0,05/12 e n=120. O valor final modelizado é de 17.175,24 unidades. O capital inicial e os reforços mensais totalizam 13.000 unidades; o crescimento aritmético modelizado é de 4.175,24. Esta hipótese de rentabilidade constante não descreve nem prevê a rentabilidade de uma ação, de um fundo ou de um ETF. Consulte o nosso guia sobre juros compostos.

Inflação, rentabilidade real e quedas do mercado

A rentabilidade nominal não tem em conta a variação dos preços. Para períodos comparáveis, uma fórmula da rentabilidade real é (1 + rentabilidade nominal) / (1 + inflação) − 1. Com valores hipotéticos de rentabilidade nominal de 5% e inflação de 3%, o resultado é cerca de 1,94% antes de custos e impostos. Não é uma previsão nem um resultado pessoal líquido de todos os custos. Consulte o nosso guia sobre inflação e poder de compra.

Uma descida também poderá exigir uma subida percentual diferente para recuperar o valor inicial: se 100 unidades descerem 20%, restam 80; é necessária uma subida de 25% a partir de 80 para voltar a 100, antes de custos. As percentagens aplicam-se a bases diferentes. Um valor inferior apresentado num extrato poderá tornar-se numa perda realizada se vender; manter o investimento não garante uma recuperação. Reavalie o objetivo, a liquidez e os riscos, mas não existe uma resposta automática adequada a todos os mercados ou pessoas.

Um exemplo simplificado de comissão recorrente

Suponha 10.000 unidades, uma rentabilidade bruta hipotética e constante de 5% ao ano durante dez anos, sem reforços, impostos, custos de transação ou variações do mercado. Para isolar o efeito da comissão, o modelo calcula o encargo anual como uma percentagem do saldo no início do ano e deduz-o no final. Com uma comissão de 0,5%, o fator anual é 1 + 0,05 − 0,005 e o valor após dez anos é de cerca de 15.529,69. Com 0,1%, o valor é de 16.134,48: uma diferença de cerca de 605 unidades neste modelo hipotético.

É uma ilustração matemática, não uma comparação de fundos nem uma previsão. Na realidade, um custo poderá ser cobrado diariamente sobre os ativos, noutra data ou juntamente com encargos de negociação, custódia, conversão cambial ou saída. As rentabilidades reais variam e as regras fiscais dependem do país. Consulte a informação sobre os custos do produto e o preçário do intermediário.

Evitar erros comuns e ofertas suspeitas

Entre os erros frequentes de quem começa estão investir em algo que não consegue explicar, concentrar tudo numa única ideia, ignorar custos ou condições de saída, investir dinheiro de que precisará em breve, seguir tendências ou tratar resultados passados como promessas. A alavancagem pode aumentar as perdas e os ganhos; não é um atalho sem riscos. Não presuma que um consultor é legítimo apenas porque o sítio eletrónico parece profissional ou utiliza o nome de um regulador.

Desconfie de rentabilidades elevadas apresentadas como garantidas, de pressão para transferir dinheiro imediatamente, de contactos inesperados, de consultores que não consegue verificar ou de pedidos de palavras-passe e códigos de utilização única. Confirme os registos e os contactos oficiais de forma independente. A FCA publica sinais de alerta para o Reino Unido; outros países têm reguladores e canais de denúncia de fraude próprios. Nunca partilhe palavras-passe nem permita o acesso remoto ao seu dispositivo a pedido de alguém que o contactou. FCA: proteger-se contra burlas (Reino Unido).

Perguntas frequentes

  • O que significa investir? Aplicar dinheiro num ativo para procurar uma possível rentabilidade, aceitando a incerteza e a possibilidade de perdas.
  • Qual é a diferença entre poupar e investir? Poupar reserva dinheiro para utilização futura; investir expõe esse dinheiro a riscos e a rentabilidades incertas.
  • É possível começar com pouco dinheiro? Depende do acesso local, dos montantes mínimos e dos custos. Um montante pequeno não torna um instrumento adequado ou seguro.
  • O que devo verificar antes de investir? Objetivos, horizonte temporal, necessidades de liquidez, instrumento, custos e riscos, bem como a autorização do prestador.
  • É possível perder todo o dinheiro investido? Alguns instrumentos podem perder grande parte ou a totalidade do seu valor; depende das suas características e das circunstâncias.
  • Todos os ETF são diversificados? Não. Um ETF pode concentrar-se num setor, país ou outra exposição limitada.
  • A diversificação impede perdas? Não. Poderá reduzir alguns riscos de concentração, mas não elimina o risco de uma descida generalizada dos mercados.
  • Um intermediário autorizado garante o meu capital? Não. A autorização não elimina o risco de mercado; qualquer proteção depende da jurisdição e de eventos definidos.
  • Investir a longo prazo garante ganhos? Não. Um horizonte longo não garante uma recuperação nem uma rentabilidade positiva.
  • O que devo fazer se não compreender um produto? Não se apresse. Leia a documentação e procure informação independente ou ajuda qualificada adequada à sua jurisdição.

Compreender antes de comprometer o dinheiro

Comece pelos seus objetivos e necessidades, não por uma plataforma ou promessa de rentabilidade. Considere o horizonte, a liquidez, a tolerância e a capacidade para suportar perdas; informe-se sobre os ativos detidos pelo instrumento e os custos. A diversificação poderá ajudar a reduzir alguns riscos, mas não elimina as perdas. Verifique o intermediário junto da fonte oficial competente e lembre-se de que a autorização não torna um investimento seguro ou rentável. Se a informação não for clara, pare e confirme-a antes de decidir.